terça-feira, 1 de junho de 2010

Oficina de Produção de Textos



Oficina de Produção de Textos

Autora: Profª Fátima Silva

Público alvo: alunos do 3º ano do Ensino Fundamental.

Objetivo: Estimular a produção de textos.

TEXTOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS


A menina que gosta de ler
Ketully Emília da Silva


Era uma vez uma menina que gostava de contar histórias de princesas. Toda a noite ela contava uma história. Um dia sua mãe ficou grávida e teve gêmeas, duas meninas, a mãe dela disse para a filha que elas adorariam que você contasse historinhas para elas todas as noites. Com o tempo as meninas foram crescendo, e a menina contadora de histórias não queria mais ler para as irmãs, e as gêmeas ficaram muito tristes, ai a menina sentiu saudades de contar histórias e voltou a ler histórias todos os dias.
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A Copa de Mundo de 2010
Ingrid Yuka Santos


A copa do mundo é uma competição muito importante para todos os países que participam.
Um jogador de futebol que é campeão da copa do mundo é muito mais valorizado e fica na história de seu país. A copa mexe com o povo contagiando a todos.
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A flor
Tamiris Maria Moreno da Silva

Era uma vez uma linda menina que passeava pela floresta. Um dia ela encontrou uma linda flor. A flor era bem bonita, que logo ela botou na cesta e levou para casa de sua mãe, quando sua mãe chegou encheu a filha de beijos e abraços.

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Conversando com Deus

Ketully Emilia da Silva
Deus, meu sonho é ser cantora ou atriz. Ajuda minha mãe que precisa de dinheiro para pagar o aluguel, se não a gente vai morar em Caruaru. Eu queria que meu pai parasse de beber para eu ser mais feliz. Deus ama as crianças.

Diêgo Alessandro
Deus tu és maravilhoso porque tu criaste o céu, o sol, as nuvens, os pássaros, a natureza. Ele ainda criou mais coisas. Ele criou as plantas, as árvores, os peixes e muito mais. Obrigado Deus por tudo isso.

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Um macaco da Selva
Karine da Silva Pereira


Era uma vez um macaco chamado Coda. Ele um dia foi para um paraíso.
Ele disse:
-Que lindo!
No paraíso ele encontrou antigos amigos que estavam morando lá, ele resolveu morar também lá, porque estava muito feliz. Coda ensinou para os outros macacos que se o macaco cuida das coisas sempre vai ter as coisas. Os macacos viveram felizes para sempre no paraíso.
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Jesus e a fé
Gabriel Francisco Pereira

Era uma vez duas crianças que moravam em uma casa. Elas gostavam muito da casa. Eles acreditavam na fé em Jesus. Uma vez eles viram uma borboleta, eles não sabiam o que era aquilo. O menino perguntou a uma amiga dele, que respondeu que também não sabia o que era aquilo, depois ela pensou e se lembrou.
Ela disse para ele:
- É uma borboleta.
E ele pegou a bíblia e começou a ler.
Ele disse:
-Como é bom ler a bíblia.

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Os três pica- paus
Antonio Matias da Silva Neto


Era uma vez três pica-paus. Eles estavam passando por umas árvores. Então eles resolveram picar algumas das árvores. Dois picaram duas árvores e o terceiro não quis pois ele tinha visto que do outro lado tinha mais árvores. Então ele começou a cantar para chamar os outros pica-paus para picar as outras árvores da floresta. Os outros vieram e ficaram contentes porque os dois pica-paus não sabiam picar árvores. E cantando ficaram felizes para sempre. E desse dia em diante, eles foram os melhores caçadores de árvores do mundo.

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A rosa
Alana Vitória


Era uma vez uma rosa que vivia linda no chão. Ela era muito feliz com a sua amiguinha que era outra rosa. Elas brincavam e tinha uma amizade de amor. Elas foram felizes para sempre.

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A Festa na Floresta
Brenda Karen Silva dos Santos


Era uma vez uma floresta. Na floresta tinham festas animadas pelos animais, só a noite, quando os caçadores iam embora. Os leões traziam carne e os macacos traziam frutas. Na festa tinha até pista de dança.

Projeto BRASIL: Rumo ao Hexa!









Autora:
profª Ivana Ferreira

Parceria:
Equipe pedagógica, equipe gestora, coordenação da biblioteca e de central de tecnologia e equipe da secretaria.

Público alvo:
Alunos do 4º ano do Ensino Fundamental.

Objetivo:
Desenvolver nos alunos o sentimento de brasilidade a partir de conhecimentos, valores e atitudes socioculturais que serão vivenciados durante a Copa do Mundo 2010.

Metodologia:
*Divulgação do projeto
*Sensibilização dos alunos
*Organização dos grupos de trabalho
*Pesquisa em jornais, livros, revistas e internet
*Produções de textos e cartazes com curiosidades sobre as Copas anteriores
*Leitura coletiva e estudos de interpretação do livro: “Uma História de Futebol” de José Roberto Torero
*Construção de mural com músicas atuais e as inspiradas em outras copas.

Avaliação:
Através das situações didáticas vivenciadas durante o projeto, possibilitando aos estudantes construírem seu próprio conhecimento em torno do patriotismo que permeia a alma de cada brasileiro.

terça-feira, 18 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Teatro de Tábuas


A Escola Manoel Borba tem como proposta realizar atividades extraclasse de cunho cultural, que visam desenvolver o gosto estético. Dessa forma, a escola levou os alunos acompanhados pelos professores, nos dias 13 e 14/05/2010, para assistirem o Espetáculo Infantil: O Fim da Picada, do Projeto Teatro de Tábuas, que propõe a democratização do acesso a bens culturais chegando aos mais afastados rincões do nosso país. O Circuito Estrada a Fora é um projeto cultural itinerante criado pela ONG Teatro de Tábuas em março de 2004, seu objetivo é democratizar o acesso à cultura e à arte, levando apresentações teatrais, exibição de filmes, palestras e oficinas a diversas cidades e empresas que investem em arte e educação. O projeto possui estrutura itinerante com uma carreta-teatro com a capacidade de 150 espectadores. Sendo patrocinado pelo: Governo Federal - Lei de Incentivo a Cultura Ministério da Cultura e Intervet Schering-plough Animalhealth.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Escravidão no Brasil


Imagem copiada do site: http://www.achetudoeregiao.com.br/atr/ATR.GIF/escravos_brasil.jpg



No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.
O transporte era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.
Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.
Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira.
As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.
No Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam tornar-se livres. Porém, as poucas oportunidades e o preconceito das sociedades acabavam fechando as portas para estas pessoas.
O negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos. Estes eram comunidades bem organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.
Fonte:
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/escravidao.htm

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Eternamente Mãe

Eternamente Mãe

MÃE...


que na presença constante me ensinou na pureza do seu coração a vislumbrar caminhos...

MÃE...
dos primeiros passos, das primeiras palavras...

MÃE...
do amor sem dimensão, de cada momento, dos atos de cada capítulo de minha vida não ensaiados, mas vividos em cada emoção...

MÃE...
da conversa no quintal, do acalanto do meu sono aquecido de amor, aninhada em seu coração....

MÃE ...
do abraço, do beijo que levo na lembrança...

MÃE...
é você que me inspira a caminhar...

MÃE...
a presença de cada passo que o tempo não apaga: por mais longo e escuro que seja o caminho, haverá sempre um horizonte...

MÃE...
Mulher a quem devemos a vida, que merece o nosso respeito, nossa gratidão e nosso afeto.

Autor desconhecido


Festas das Mães na Escola

A comemoração do Dia das Mães na escola foi realizada no dia 07/05/2010, (sexta-feira), nos três turnos. Na ocasião da festa os alunos: recitaram poesias, apresentaram danças, cantaram músicas e exibiram mensagens no telão, visando homenagear as mães. Ao final da festa, nos três turnos, foi oferecida uma mesa com frutas regionais.

sábado, 1 de maio de 2010

ORIGEM DO DIA DO TRABALHO

A História do dia do trabalho remonta o ano de 1886 na cidade de Chicago, Estados Unidos, no dia 1º de maio deste mesmo ano milhares de trabalhadores foram ás ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma greve geral dos trabalhadores. Em quatro de maio, em um conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba em policiais, provocando a morte de sete deles. A polícia reagiu e passou a atirar no grupo
em conflito, o resultado foi a morte de doze trabalhadores e dezenas de pessoas feridas.
Para homenagear aqueles que morreram na manifestação, foi criado na França em um Congresso socialista em 20 de junho de 1889 o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil, segundo alguns autores a data é comemorada desde 18 95. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial após a criação de um Decreto do então Presidente Arthur Bernardes.
Fonte de pesquisa; História do Brasil Contemprâneo, autor Caio Prado Júnior edição atualizada/2008 e FETAPE(Federação dos Trabalhadores de PE.)

Maria José Lima
Coord.de CTE